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Cesar
Andrade
Fotógrafo
amador de natureza, engenheiro
civil
trabalhando ha
25 anos na área de informática.
Considero que sou um "registrador de momentos"
ou um "congelador
de instantes" não ouso auto intitular-me
de "fotógrafo",
pois acredito que tal denominação deva ser
usada
para os reais profissionais desta área, o que se
um dia
resolver me tornar, o farei embasado em reais estudos
das
melhores técnicas
desta arte.
Na verdade, há 6 anos
procuro registrar tudo o que me chama
a atenção, eternizando meus olhares e perpetuando em
meio digital, principalmente a natureza que
em nossa época ainda podemos apreciar.
Infelizmente da forma
como caminha a humanidade, nesta busca incessante pelo
progresso, devido à ganância do homem certamente em
algumas décadas pouco restará dessa natureza
maravilhosa e acredito que teremos quase nada a
observar.
Um dos motivos preferidos de meus registros são
os "céus" e tudo que podemos nele visualizar,
um belo alvorecer ou um pôr-do-sol daqueles de tirar o
fôlego, a majestosa Lua em todas suas fases e formas,
as nuvens com seus formatos mais inusitados contrastando
com o profundo azul do céu, pássaros, enfim, isto tudo
me fascina.
Fotografo também as coisas mais simples, pequenos
insetos, flores, brotos de plantas, montanhas, árvores,
raízes e sempre que posso, adquiro algum livro de fotos
de alguns dos grandes mestres da fotografia mundial como
J. C. Bresson, por exemplo, e apesar de não ter nenhuma
pretensão de chegar aos pés deles, pois a genialidade
que encontramos em alguns de seus trabalhos transcende
em muito a simples fotografia, uso suas obras para
inspiração e motivação em meus futuros
“olhares”.
Tenho recebido ultimamente vários elogios em
algumas de minhas fotos, inclusive alguns deles vindos
de profissionais com larga experiência na área, o que
me fazem
crer que um dia ainda me dedicarei de corpo e alma à
esta atividade deliciosa, por alguns chamada de
"poesia da imobilidade".
Cesar
Andrade
2007
"Aprendi que sempre nosso melhor registro fotográfico
ainda está por vir...
Em certas ocasiões, na qual estamos defrontes a uma
cena belíssima da natureza, um arrepio percorre a
espinha, sente-se claramente na pele e nos pêlos que se
levantam que aquele momento é único, que jamais se
repetirá exatamente da mesma forma, e que a necessidade
de perpetuá-lo e transformá-lo em uma "poesia imóvel"
é inadiável. Um belíssimo pôr-do-sol ou alvorecer, a
Lua nascendo enorme no horizonte deixando seu rastro
prateado nas ondas do mar, revoadas de pássaros ao
amanhecer, o simples caminhar de um minúsculo inseto
sobre uma folha, enfim, para nós amantes da natureza
estes são os momentos perfeitos de se tentar fazer o
"quase melhor" de todos nossos registros
fotográficos..." (Cesar Andrade-2007)

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